domingo, 29 de dezembro de 2013

sábado, 28 de dezembro de 2013

Mano Zé ...




... foste o melhor presente que a Vida deu à mãe,
quando fazia 41 anos!

Aqui ficam 2 das tuas lindas aguarelas...



Minha mãe ...




Estamos tão lindas aqui, juntas! 

Sempre unidas pelo 


E muito grata por tudo o que me deste!




Esta música é para ti!




Beijinhos, beijinhos, beijinhos ...........................................

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

' Dios está en tu interior '


Retoño mío esta es la bendición de tu madre
Nunca olvides a Dios ni un momento
Adorando por siempre al señor del Universo
Oh my child, this is your mothers blessing
May you never forget God even for a moment
Worshipping for ever the Lord of the Univers
Retoño mío esta es la bendicion de tu madre
Recordando a Dios todos los errores son purificados
Y todos nuestros ancestros son acogidos y salvados
Siempre canta el nombre de Dios Har Har
Dios está en tu interior, Dios es infinito
Que el verdadero gurú te sea amable
Que ames estar en compañía de santos
Que tu prenda de vestir sea la protección de Dios
Que tu sustento sea el canto de la alabanza de Dios
Bebe el néctar del nombre de Dios y vive una larga vida
Que la meditación en Dios te traiga dicha incesante
Que el amor sea tuyo propio y tus deseos se cumplan
Que la preocupación nunca te consuma
Haz de tu mente el abejorro
Y que los pies de loto de Dios sean la flor
Oh sirviente Nanak, ata tu mente de esta manera
Como el gavilán encuentra la gota de lluvia y prospera
Como el gavilán encuentra la gota de lluvia y prospera
Retoño mío esta es la bendición de tu madre
Nunca olvides a Dios ni un momento
Recordando a Dios todos los errores son purificados
Y todos nuestros ancestros son acogidos y salvados
Siempre canta el nombre de Dios Har Har
Dios está en tu interior, Dios es infinito
Que el verdadero gurú te sea amable
Que ames estar en compañía de santos
Que tu prenda de vestir sea la protección de Dios
Que tu sustento sea el canto de la alabanza de Dios
Bebe el néctar del nombre de Dios y vive una larga vida
Que la meditación en Dios te traiga dicha incesante
Que el amor sea tuyo propio y tus deseos se cumplan
Que la preocupación nunca te consuma
Haz de tu mente el abejorro
Y que los pies de loto de Dios sean la flor
Oh sirviente Nanak, ata tu mente de esta manera
Como el gavilán encuentra la gota de lluvia y prospera
Como el gavilán encuentra la gota de lluvia y prospera
Como el gavilán encuentra la gota de lluvia y prospera

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Boas Festas

O melhor presente que posso abrir  SOU eu mesmo!


Abrir-me para a Vida...

 Abrir-me para o Amor...


Quero embrulhar TUDO o que não faz parte de mim e entregar...







quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Delicioso este texto...

Sempre grata a ti, querido Emídio, pelas tuas palavras!

Era uma vez... Dois seres humanos incrivelmente estúpidos que acreditavam na história da Cinderela. Claro que aqui podemos incluir praticamente toda a humanidade. Prefiro deixar a mitologia de parte por uns momentos e observar a realidade tal como é: sem histórias de princesas perdidas à espera de um salvador (nem que seja um sujeito qualquer que adora chicotes, algemas e outra parafernália do género).

A mente não ama, quer coisas. Não há nada de errado com isto. Quando tenho definido o que quero do outro é fácil criar um relacionamento. E mais fácil se o outro disser também o que quer de mim. E saber se é possível dar e receber o que se pretende. Integridade absoluta.
Mas teimamos em fazer este jogo de esperar que o outro adivinhe o que muitas vezes nós próprios não sabemos.
Não há nada de errado em dizer que o que espero do outro é roupa passada a ferro, ou comida feita, ou sexo, ou afecto, ou partilha (e convém definir o que entendo por partilhar), ou diversão. O importante é não esconder o que se pretende do outro.  E o outro pode sempre dizer não. Desta forma não há surpresas para quem quer que seja.
O que acontece num relacionamento amoroso a dois é sempre a mesma história. Inicialmente projectamos no outro as qualidades que não conseguimos ver em nós. Apaixonamo-nos por aspectos nossos que rejeitamos. E chamamos-lhe “amor”. Eventualmente o outro irá revelar quem é de verdade. Ninguém aguenta muito tempo carregar a projecção de outro. E é aqui que começo a ver defeitos onde antes via virtudes.
O outro é a pessoa que me irá sempre mostrar onde não me amo. O que ainda rejeito em mim. E quando amo a totalidade que sou, é fácil amar-te. E é fácil assumir que aprendi o que o outro tinha para me ensinar e está na altura de me afastar. Amo-te tanto que nem preciso que estejas ao meu lado para te amar.
Depois há esta história também absurda que diz que um relacionamento entre duas pessoas deverá ser eterno. Um pesadelo! Um relacionamento irá durar o tempo que durar. Nem um segundo a mais. E sim, poderá ser para uma vida inteira. Ou apenas uma noite.
A mente é uma eterna insatisfeita. Antes não esperava nada de ti, a tua presença era suficiente. Entretanto mudei de ideia. Agora quero que mostres que me amas, mas à minha maneira. E, claro, nem sequer te direi como o podes fazer. A realidade é que eu mesmo não sei como amar-me. E espero que tu saibas! A loucura da mente!
Se falares muito, canso-me. Se tiveres longos períodos de silêncio, fico aborrecido. Se me levares a passear todas as semanas, deixa de haver o elemento surpresa. Se não me levares a passear todas as semanas, é porque não gostas de mim.
Adoro sobretudo aqueles livros que ensinam a “conquistar” o amor da nossa vida. Jamais quereria ser o conquistado. Sabe-me a manipulação.
Lembro-me de uma vez responder a um questionário acerca do “amante perfeito”. Consegui uma fabulosa pontuação de zero! Se alguém quiser o amante imperfeito, estou por aqui!
Perguntavam-me se preparava refeições românticas para a outra pessoa. Não. Preparo refeições românticas para mim, o outro apenas beneficia do meu amor-próprio. Se não gostar da minha refeição, terá um problema, eu não. Porque preparei a refeição a desfrutar do prazer de a preparar, no gozo que me deu. Foi por mim que a preparei. Perguntavam-me se vestia alguma peça de roupa para agradar ao outro. Estupidez! Toda a roupa que visto é para me agradar a mim. Se o outro não gostar, é óbvio que tem um problema. Perguntavam também se dizia muitas vezes “amo-te” (uma vez ao dia, duas, mais de cinco). Não vejo porque dizer amo-te, mostro-o. Mostro que amo o outro através das minhas acções. E sei que o outro irá interpretar as minhas acções de acordo com a sua história. Não posso fazer nada para que me ame ou não. Isso é algo que apenas o outro pode controlar.
Mas poderia amar-me o suficiente para amar o facto de o outro se afastar?
Outro aspecto delicioso dos relacionamentos é quando uma das pessoas pede “um tempo” ou “espaço”. Patético! Em realidade a pessoa que pede um tempo está confusa e não sabe o que quer realmente. É ok estar neste estado. Não é ok responsabilizar o outro pelo nosso estado de confusão mental.
Ou quero. Ou não quero.
Por este motivo é que ofereço o que quer que seja apenas uma vez. Se a resposta inicial for um “não sei” ou “não”, vou apregoar para outra freguesia.
Só tenho esta vida. Só esta! Não vou andar às voltas à espera que os outros me compreendam ou me ouçam ou me amem. Será que sou capaz de fazer isso? Será que sou capaz de ouvir o outro, ou compreender o outro? Se o outro me diz “não sei se quero estar contigo” isto só significa que o outro está confuso e não sabe o que quer. É ok estar assim. E eu, saberei o que quero? "


domingo, 10 de novembro de 2013

Memory.


Come as you are, as you were,
As I want you to be
As a friend, as a friend, as an old enemy

Take your time, hurry up
Choice is yours, don't be late
Take a rest as a friend as an old memory.
Memory.
Memory.
Memory.

Come dowsed in mud, soaked in bleach
As I want you to be
As a trend, as a friend, as an old memory.
Memory.
Memory.
Memory.

And I swear that I don't have a gun
No I don't have a gun.
I don't have a gun

sábado, 12 de outubro de 2013

Feliz...


... por ter saboreado o dia sem nostalgia do passado.







 Foram 33 anos ...


Não vou contar nenhuma história em particular...

... apenas partilhar com os presentes, algumas ideias e emoções que fazem parte da minha passagem por este espaço físico, “ a ‘nossa’ Paulo da Gama”, ou seja que fazem parte da minha história de vida.

Enquanto docente nesta escola durante 33 anos consecutivos, foram muitas as horas aqui passadas, das quais restam apenas recordações, muitas gravadas na memória e no coração...

Histórias que envolveram muitas alegrias, também tristezas...
muitas horas de trabalho, também de festa...
muita satisfação, também frustação...

Cheguei a esta escola ainda muito novinha, acabada de me licenciar: uma jovem de 22 anos, de cabelos lisos e compridos, muito bonita e de coração aberto para aprender.J

Quando cheguei pela primeira vez à escola, ainda me lembro de ter sido recebida pela professora Ema, do Conselho Diretivo, que me levou a uma reunião do grupo de História, que estava a decorrer no momento.

Aqui fui professora provisória, aqui entrei em estágio (Profissionalização em Exercício), aqui me efetivei e aqui permaneci até abril de 2011, ano em que antecipadamente me aposentei.



Depois destes anos todos, o “ desapego “ não foi fácil.

Aos poucos, fui conseguindo sentir que, em qualquer lugar, a nossa presença é uma passagem importante para o nosso crescimento, que deixa rasto e que não tem volta...

Agora, no momento presente, destaco com satisfação alguns episódios:...

O encontro na cabeleireira de uma antiga aluna que me reconhece pela voz e que vem ter comigo a agradecer o facto de ter sido professora dela;

O cruzamento com um aluno no Banco, que me vem apresentar os seus filhos, de forma orgulhosa e emocionada;

Ter sido, aqui na escola, colega de grupo/disciplina, de uma antiga aluna minha: a Sónia;

...

Mas o melhor de tudo mesmo - é sentir que formei uma enorme família aqui na Paulo da Gama, com quem partilhei muitos momentos de trabalho, de amizade e até de luta!
Há gente que fica na história
Na história da gente...





Parabéns a ti, Paulo da Gama, e muitos anos de vida!

Bom trabalho!
“Muitas vozes, uma só missão” - Paula Campos


 Fernanda Ribeiro

domingo, 11 de agosto de 2013

Novo bibelô


Solidão


' Todos nascemos filhos de mil pais e de mais mil mães, e a solidão é sobretudo a incapacidade de ver qualquer pessoa como nos pertencendo, para que nos pertença de verdade e se gere um cuidado mútuo. Como se os nossos mil pais e mais as nossas mil mães coincidissem em parte, como se fôssemos por aí irmãos, irmãos uns dos outros. '

... e somos por aí irmãos uns dos outros !!

Valter Hugo Mãe, O filho de mil homens




domingo, 4 de agosto de 2013

Tarde de domingo

                                                       
     ' A casita clara ' - Amadeu Sousa Cardoso (1916)

 ' Parto da Viola ' - Amadeu Sousa Cardoso (1916)


' Máquina Registadora ' - Amadeu Sousa Cardoso (1917)


' Coty ' - Amadeu Sousa Cardoso (1916-17)


Amadeu Sousa Cardoso (1913)


' D. Quixote ' - Amadeu Sousa Cardoso (1914)









Sou a morte ~ sou a vida


quinta-feira, 11 de julho de 2013

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Bonita combinação


"A parallel between color and music can only be relative – just as a violin can give warm shades of tone, so yellow has shades, which can be expressed by various instruments."
- Wassily Kandinsky

Vasily Kandinsky, In the Grey, 1919.
Oil on canvas, 129.0 x 176.0 cm.
Collection of the MNAM, Centre Pompidou, Paris






segunda-feira, 17 de junho de 2013


' Dentro de cada uma de nós há o coração de um leão, a coragem de sermos simplesmente quem somos independentemente das opiniões dos outros ou dos nossos medos. Muitas vezes essa coragem esteve enterrada sob anos de vergonha e pode ter sido tão subentendida ou tão insidiosa que a respirámos sem consciência de como isso nos afastava de conhecer a beleza do nosso ser. Que cada uma de nós possa mergulhar no coração do leão e dizer à vergonha, quando ela erguer a cabeça, "Hoje não!"

~ Oriah Mountain Dreamer ~




domingo, 16 de junho de 2013

Love is where you are



Felicidade

' Ser o que se pode é a felicidade.
(...) Não adianta sonhar com o que é feito apenas de fantasia e querer aspirar ao impossível.

A felicidade é a aceitação do que se é e se pode ser. '

Valter Hugo Mãe

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Cheira bem, cheira a Lisboa!


' (...)
Um craveiro numa água furtada
Cheira bem, cheira a Lisboa
Uma rosa a florir na tapada
Cheira bem, cheira a Lisboa
A fragata que se ergue na proa
A varina que teima em passar
Cheiram bem porque são de Lisboa
Lisboa tem cheiro de flores e de mar
(...) '






terça-feira, 11 de junho de 2013

Madiba

' Quando deixamos a nossa própria luz brilhar,
inconscientemente damos às outras pessoas permissão para fazer o mesmo.

O nosso grande medo não é o de que sejamos incapazes. 
O nosso grande medo é o de que sejamos poderosos além da medida.
É a nossa luz, não a nossa escuridão, que mais nos amedronta.

Nós perguntamos:  
- Quem sou eu para ser brilhante, atraente, talentoso e incrível?
Na verdade, quem és tu para não ser tudo isso?
(...)
Não há nada de brilhante em encolheres-te para que as outras pessoas não se sintam inseguras em torno de ti.

E à medida que deixamos a nossa própria luz brilhar, 
inconscientemente damos às outras pessoas permissão para fazer o mesmo.'

Discurso de posse, em 1994
Nelson Mandela



domingo, 9 de junho de 2013