sábado, 25 de junho de 2016

agora, eu sou livre !









" E de dentro se libertam "



No ventre da humanidade 

Uma salva de sentidos e poetas

Que embarca pelos rios da saudade
E traz a luz de parte incerta 

Vem pelo amor da consciência 
Abraçar os filhos amarrados 
Mãe minha mãe eles gritam 
E de dentro se libertam 

António Venâncio