sábado, 30 de março de 2013


Vincent van Gogh (Dutch, Post-Impressionism, March 30, 1853-1890): Three Sunflowers in a Vase, 1888. Created in Arles, France. Oil on canvas, 73 x 58 cm. Private Collection.

"'Why sunflowers?'—Sunflowers had a special significance for Van Gogh. He made 11 paintings of them.
Yellow, for him, was an emblem of happiness – in Dutch literature, the sunflower was a symbol of devotion and loyalty. In their various stages of decay, these flowers also remind us of the cycle of life and death." (nationalgallery.org.uk).




Continuamos unidos pelo coração *





Continuamos unidos pelo coração *


sexta-feira, 29 de março de 2013

quarta-feira, 27 de março de 2013


' Não amo o outro pelas suas qualidades intrínsecas, mas por aquilo que ele causa em mim ' 


    CHORA!

'Quando o sofrimento não pode se expressar através do pranto,
ele faz chorar outros órgãos' - William Motsly

terça-feira, 26 de março de 2013

O mundo está feito de histórias!



Eduardo Galeano

' O mundo é isso... 
um monte de gente
um mar de foguinhos
não existem dois fogos iguais
cada pessoa brilha com a luz própria, entre todas as outras... '



domingo, 24 de março de 2013

Acabei de ler ontem...



' Viagem ou vida, chegamos sempre aqui. Como se estivéssemos no alto da montanha, podemos olhar em volta. Aqui é o lugar onde tudo acontece. Há serenidade nesta certeza. Tens o dever livre de aproveitá-la.
Se estás a ler estas palavras é porque estás vivo.'


quinta-feira, 21 de março de 2013

Assim é a poesia...

Arte Poética de Jorge Luís Borges


' Olhar o rio que é de tempo e água,
E recordar que o tempo é outro rio,
Saber que nos perdemos como o rio,
E que os rostos passam como a água.

Sentir que a vigília é outro sonho,
Que sonha não sonhar,
E que a morte que teme a nossa carne, 
É essa morte de cada noite, que se chama sonho.

Ver no  dia ou até no ano, 
um símbolo quer dos dias do Homem quer dos anos,
Converter a perseguição dos anos,
Numa música, um rumor e um símbolo.

Ver só na morte o sonho, 
No ocaso um triste ouro,  
Assim é a poesia,
Que é imortal e pobre. 
A poesia volta,  como a aurora e o ocaso.

Às vezes certas tardes uma cara,
 Olha-nos  no mais fundo de um espelho;
A arte deve ser como esse espelho
Que nos revela a nossa própria cara.

Contam que Ulisses, farto de prodígios,
Chorou de amor ao divisar sua Ítaca
 verde e humilde.


A arte é essa Ítaca
De verde eternidade e não  prodígios.

Também é como o rio interminável,
Que passa e fica e é cristal de um mesmo
Heráclito inconstante, que é o mesmo
E é outro, como o rio interminável.








terça-feira, 19 de março de 2013

Renasço hoje, outra vez...

Obrigada VIDA...

... por me dares 58 anos de existência, pelos queridos pais, pelo querido filho, pelos queridos irmãos e por  todos os queridos amigos que fazem parte da minha vida.

 TODOS  me têm mostrado o ser completo que sou e ensinado a crescer........

Reitero o desejo de gostar cada vez  mais de mim, respeitando-me e amando-me cada vez mais.


Muitas pessoas acreditam que têm que ser boas. Ser bom não é o mesmo que permitir ser usado, pisado, amordaçado. Ser bom é respeitar-se a si mesmo, dizer "não", viver sem a necessidade de aprovação. 

Parafraseando Jung, preferes ser bom ou ser completo? ' - Emídio Carvalho




domingo, 17 de março de 2013

Gifs Animados Carnaval (17)
Dança!









Gosto sim, muito!

simples, sereno, profundo...


' É impossível. Os cogumelos é que nascem de geração espontânea. Não somos cogumelos, participamos num texto que está a ser escrito há milénios, somos apenas umas vírgulas, uns pontos finais. Tudo radica em algo e eu tenho as minhas raízes.
Falando em raízes, tudo em si, desde o nome, está ligado a "mãe". Até Saramago definiu o seu livro "o remorso de baltazar serapião" como "um parto da língua portuguesa".
O que é de uma responsabilidade incrível. A energia humana mais intensa que se pode produzir tem a ver com a maternidade. Não há nenhum ser humano mais energizado, incansável e incondicional, que uma mãe perante o seu filho. A relação de uma mãe com um filho é de uma violência benigna tão grande que não há energia nenhuma que supere aquela energia maternal. '







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Obrigada!